sexta-feira, 28 de novembro de 2008

O amor tem asas - assim como vem, vai



Ele não precisa de muito esforço para acontecer.
Ás vezes, é um jeito de olhar, uma maneira de caminhar,
uma balançar os cabelos, uma risada ou a forma de abrir a porta.
Acontece.
Simplesmente, acontece.
Como se explica?
Não se explica.
Acontece.
É daquelas coisas inexplicáveis da vida,
que a gente não costuma perder muito tempo explicando
até prá não gastar o tempo de viver.

Uns dizem que não passa duas vezes na mesma estação.
Outros, mais debochados, pagam prá ver.
Há que se viver, sem se importar muito com as explicações e lógicas.

Explicações e Lógicas não fazem parte da linguagem do amor.
Porque ele não tá nem aí prá isso.
Ele voa.
E ri de tudo isso.

(Sonhos de Transgressão -minha vida de menina num harém. Fátima Mernissi. Cia das Letras)


Alguém viu minha alma por aí?

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Medo


Nosso grande medo não é o de que sejamos incapazes.
Nosso maior medo é que sejamos poderosos além da medida.
É nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos amedronta.
Nos perguntamos:
Quem sou eu para ser brilhante, atraente, talentoso e incrível?
Na verdade, quem é você para não ser tudo isso?
Bancar o pequeno não ajuda o mundo.
Não há nada de brilhante em encolher-se para que as outras pessoas não se
sintam inseguras em torno de você.
E à medida que deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo.
(Nelson Mandela, 1994)

domingo, 16 de novembro de 2008

cegueira


Se podes olhar, vê.
Se podes ver, repara.
Se podes reparar, contempla.
Se contemplas, enlaça.
Se enlaças, penetra.
Se podes penetrar, ama.

CaLe-sE


Quando NÃO é possível entender o que SENTE,
SILENCIE!
Ou silencie QUANDO o que sente É DEVASTADOR.
Sinta o silêncio e OUÇA o significado do vazio,
da PALAVRA não-dita,
do OLHAR não dado,
do ABRAÇO que foi NEGADO
ou do beijo não ROUBADO.

mereCIDAmente


Quando você reune o amor, o carinho, o respeito, a cumplicidade e mistura tudo, nasce o amor amigo, amante, maternal, fraternal...
Enfim, nasce o amor...
Quando esse sentimento é depositado de um coração para outro coração, merecidamente deveria ser respeitado e guardado.
Muitas vezes ao contrário do que se espera, este sentimento, é pisado, renegado, usado e deixado de lado.
Aí começa a dor da decepção.
Uma dor que não tem definição.
Dor que deixa no coração uma marca.

domingo, 9 de novembro de 2008

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Talvez você nunca venha a saber que sou assim...
Simplesmente assim...
E me dói essa possibilidade do nunca
De não poder me revelar...
de me despir...
Das palavras que me revestem
Dos sentimentos que me preenchem
Das imagens que projeto...
Esvaziar-me!

Talvez nem eu consiga enxergar-me...
Por isso não me dou a conhecer...
Nesse "streap tease" de mim
Não sei o que tenho por baixo


ResISTO! ...
InsISTO!...
ExISTO! ...


Cláudia Paula