
Curioso como os filhos têm uma visão peculiar a respeito de mãe.
Para eles parece existir: mulheres, homens e... Mãe!
Nenhum filho admite que sua mãe possa ter sentimentos iguais a qualquer mortal.
Como se o fato de ser mãe a tornasse um ente diferenciado, quase amorfo.
Para filho, seja ele homem ou mulher, a mãe dos outros difere da sua.
Outras mães podem ter fraquezas, mas a sua, jamais! Claro que a mãe dos outros pode ter desejos que toda mulher tem, mas a sua... Capaz!
Às vezes fico pensando como será que um filho imagina que veio ao mundo! E não me refiro as crianças, quase inocentes, já que hoje desconfio que os bebês já nasçam com alguma malícia que os prepara para adaptar-se a este mundo, tão cheio de contrastes e idiossincrasias.
O fato é que é engraçado observar o comportamento de filhos. Em sua grande maioria, independente da idade, é capaz de discutir e por vezes até brigar com sua mãe. No entanto, se alguém ousar mencionar qualquer pequenina falha, atribuída a ela, transforma-se em defensor dos fracos e oprimidos e não perdoa quem cometeu tal deslize.
O fato é que é engraçado observar o comportamento de filhos. Em sua grande maioria, independente da idade, é capaz de discutir e por vezes até brigar com sua mãe. No entanto, se alguém ousar mencionar qualquer pequenina falha, atribuída a ela, transforma-se em defensor dos fracos e oprimidos e não perdoa quem cometeu tal deslize.
Reclamam constantemente de super proteção, abominam o que chamam pegar no pé e sentem-se sempre dispostos a uma boa discussão defendendo o direito que têm de errar sozinhos. Porém, no instante seguinte, estão esperando ajuda, indispondo-se com qualquer um que possa estar “roubando” sua atenção!

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